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Nunca é tarde...
Capítulo 06
Dias se passaram e elas mantinham o contato combinado, nada de telefonemas ou encontros, alguns emails, mensagens rápidas, para perguntar se estava tudo bem e renovar os planos de ficarem juntas.
Ana já havia percebido o distanciamento de Duda e culpava-se por ter tirado a amada de seu mundo e colocada em uma “bolha de vidro” isolando-a de tudo e todos. Foram dias difíceis. Ana redobrará os cuidados, imaginando que o precipício que estava sendo construído com Duda era culpa sua.
Mas Duda estava decidida, iria achar a melhor maneira e o melhor momento de terminar tudo, minimizando os sofrimentos para Ana.
Enquanto isso Carla continuava a esperar, desejando cada dia mais estar ao lado de Duda e iniciar tudo de onde parou.
Era um domingo, fazia sol, mas o dia estava fresco, Carla acordou com a campainha, que zumbia longe. Cambaleando e semi acordada, foi andando até a porta, olhou pelo olho mágico e não acreditou no que viu. Esfregou os olhos com as mãos e tornou a olhar, era Ana, que estava do outro lado de sua porta.
Carla respirou fundo, criou coragem e abriu a porta.
Com os olhos vermelhos e desconsertada, Ana adentrou no apartamento, sem mesmo esperar o convite de Carla. Acomodou-se em uma poltrona e disse:
- Duda é sua! Saí de casa sem que ela percebesse, apesar de todo amor que lhe dei nesse período e toda atenção que dispensei a ela, ela nunca lhe esqueceu. Estou me separando dela, porque cheguei à conclusão que nunca a terei por completo e assim, serão duas pessoas infelizes juntas. Estou aqui para avisar isso e pedir que cuide dela.
Carla sem saber o que dizer e nem como agir, acatou as palavras de Ana que saiu do seu apartamento tão rápido como entrou.
Sem pensar duas vezes, Carla demorou um longo banho, pensou em tudo que ouviu de Ana e meia hora depois estava à frente de Duda, que surpreendida pela presença de Carla, sorriu e caiu em seus braços como há tempos desejava.
Ana já havia percebido o distanciamento de Duda e culpava-se por ter tirado a amada de seu mundo e colocada em uma “bolha de vidro” isolando-a de tudo e todos. Foram dias difíceis. Ana redobrará os cuidados, imaginando que o precipício que estava sendo construído com Duda era culpa sua.
Mas Duda estava decidida, iria achar a melhor maneira e o melhor momento de terminar tudo, minimizando os sofrimentos para Ana.
Enquanto isso Carla continuava a esperar, desejando cada dia mais estar ao lado de Duda e iniciar tudo de onde parou.
Era um domingo, fazia sol, mas o dia estava fresco, Carla acordou com a campainha, que zumbia longe. Cambaleando e semi acordada, foi andando até a porta, olhou pelo olho mágico e não acreditou no que viu. Esfregou os olhos com as mãos e tornou a olhar, era Ana, que estava do outro lado de sua porta.
Carla respirou fundo, criou coragem e abriu a porta.
Com os olhos vermelhos e desconsertada, Ana adentrou no apartamento, sem mesmo esperar o convite de Carla. Acomodou-se em uma poltrona e disse:
- Duda é sua! Saí de casa sem que ela percebesse, apesar de todo amor que lhe dei nesse período e toda atenção que dispensei a ela, ela nunca lhe esqueceu. Estou me separando dela, porque cheguei à conclusão que nunca a terei por completo e assim, serão duas pessoas infelizes juntas. Estou aqui para avisar isso e pedir que cuide dela.
Carla sem saber o que dizer e nem como agir, acatou as palavras de Ana que saiu do seu apartamento tão rápido como entrou.
Sem pensar duas vezes, Carla demorou um longo banho, pensou em tudo que ouviu de Ana e meia hora depois estava à frente de Duda, que surpreendida pela presença de Carla, sorriu e caiu em seus braços como há tempos desejava.


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