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Nunca é tarde...
Capítulo 03
Duda se esforçava para ser feliz.
Ana era prestativa e carinhosa. Viviam num mundo pequeno, com poucos amigos e raramente saiam. Ana não tinha grandes ambições. Seu objetivo era manter seu casamento estável, trabalhar seu conforto e algumas saídas esporádicas, como um barzinho ou uma viagem. Ela não sentia a necessidade de amigos e parecia estar totalmente entregue na relação com Duda.
E essa entrega, fazia com que Duda se sentisse culpada por ainda pensar em Carla. Afinal, mesmo não tendo notícias, em pensamento, as lembranças de seu relacionamento estavam vivas.
Por vezes, ela se surpreendia pensando nas risadas, nas briguinhas pequenas que sempre resultavam em deliciosas noites de amor, onde esquecia do mundo e se entregava inteiramente naquele instante.
Por mais que tentasse, seu corpo ainda respondia quando o lembrava do toque, do beijo, da respiração de Carla.
Mas logo que esses pensamentos se desviavam para o dia que ao olhar o computador de Carla, ela achou a prova de sua traição. Que apesar da negação de Carla, ela tinha certeza que havia se consumado. As palavras ainda estão vivas em sua mente, e ela usava essa lembrança para justificar sua saída de casa, sua fuga, pra um mundo alheio a tudo, a todos e principalmente a Carla.
Duda se esforçava para ser feliz.
Ana era prestativa e carinhosa. Viviam num mundo pequeno, com poucos amigos e raramente saiam. Ana não tinha grandes ambições. Seu objetivo era manter seu casamento estável, trabalhar seu conforto e algumas saídas esporádicas, como um barzinho ou uma viagem. Ela não sentia a necessidade de amigos e parecia estar totalmente entregue na relação com Duda.
E essa entrega, fazia com que Duda se sentisse culpada por ainda pensar em Carla. Afinal, mesmo não tendo notícias, em pensamento, as lembranças de seu relacionamento estavam vivas.
Por vezes, ela se surpreendia pensando nas risadas, nas briguinhas pequenas que sempre resultavam em deliciosas noites de amor, onde esquecia do mundo e se entregava inteiramente naquele instante.
Por mais que tentasse, seu corpo ainda respondia quando o lembrava do toque, do beijo, da respiração de Carla.
Mas logo que esses pensamentos se desviavam para o dia que ao olhar o computador de Carla, ela achou a prova de sua traição. Que apesar da negação de Carla, ela tinha certeza que havia se consumado. As palavras ainda estão vivas em sua mente, e ela usava essa lembrança para justificar sua saída de casa, sua fuga, pra um mundo alheio a tudo, a todos e principalmente a Carla.


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