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Nunca é tarde...
Capítulo 02
Carla abriu a porta do apartamento, o cheiro do perfume de Duda ainda estava impregnado no ar. A sensação de vazio não tomou somente o seu quarto, mas também seu coração.
Em cima da cama, havia uma carta, o último sinal que Duda havia deixado para ela. Com letra tremida e com alguns borrões, que dava a impressão de terem sido causados por lágrimas derramadas, ela dizia:
“Carla,
Infelizmente meu amor não bastou. Não quero que me procure, afinal, estou muito machucada e qualquer contato agora, será pior.
Acredito que você nunca teve intenção de me magoar, porém, no primeiro momento de fraqueza o fez. Sem pensar nas conseqüências.
Saiba que lhe amo e que farei de tudo para lhe esquecer... Seguirei minha vida sem olhar para trás.
Adeus...
Duda”
Carla cheirou a carta e foi levando-a para perto do peito como se aquilo sanasse a dor que estava sentindo.
Sentia dentro de si, uma culpa gigantesca, afinal, ela não esperava passar por tudo aquilo. Realmente errou, pediu desculpas, mas Duda era irredutível, não querendo ouvir ou entender suas razões.
Carla, contou com amigos, que a apoiaram mesmo não entendendo o motivo de tal separação, afinal, elas combinavam, elas eram felizes.
Os meses passando, pessoas entrando e saindo de sua vida. Algumas interessantes e até especiais, mas o sorriso e o olhar de Duda a acompanhava onde fosse.
Duda estaria feliz? Duda ainda pensaria nela? Era sombras que não deixavam Carla respirar tranquilamente.
As baladas, as festas, os amigos, faziam que Carla esquecesse por horas todas essas dúvidas. Mas quando estava sozinha, em seu apartamento, olhando para o espaço vazio da cama e a casa sem a alegria contagiante de Duda, seu coração apertava.
Os meses se passando e tudo era sombra. Carla um dia, já não agüentando silenciar seus sentimentos, confidencia suas saudades para uma amiga.
E essa amiga questiona Carla:
"Você já pensou em procurá-la ?"
Em cima da cama, havia uma carta, o último sinal que Duda havia deixado para ela. Com letra tremida e com alguns borrões, que dava a impressão de terem sido causados por lágrimas derramadas, ela dizia:
“Carla,
Infelizmente meu amor não bastou. Não quero que me procure, afinal, estou muito machucada e qualquer contato agora, será pior.
Acredito que você nunca teve intenção de me magoar, porém, no primeiro momento de fraqueza o fez. Sem pensar nas conseqüências.
Saiba que lhe amo e que farei de tudo para lhe esquecer... Seguirei minha vida sem olhar para trás.
Adeus...
Duda”
Carla cheirou a carta e foi levando-a para perto do peito como se aquilo sanasse a dor que estava sentindo.
Sentia dentro de si, uma culpa gigantesca, afinal, ela não esperava passar por tudo aquilo. Realmente errou, pediu desculpas, mas Duda era irredutível, não querendo ouvir ou entender suas razões.
Carla, contou com amigos, que a apoiaram mesmo não entendendo o motivo de tal separação, afinal, elas combinavam, elas eram felizes.
Os meses passando, pessoas entrando e saindo de sua vida. Algumas interessantes e até especiais, mas o sorriso e o olhar de Duda a acompanhava onde fosse.
Duda estaria feliz? Duda ainda pensaria nela? Era sombras que não deixavam Carla respirar tranquilamente.
As baladas, as festas, os amigos, faziam que Carla esquecesse por horas todas essas dúvidas. Mas quando estava sozinha, em seu apartamento, olhando para o espaço vazio da cama e a casa sem a alegria contagiante de Duda, seu coração apertava.
Os meses se passando e tudo era sombra. Carla um dia, já não agüentando silenciar seus sentimentos, confidencia suas saudades para uma amiga.
E essa amiga questiona Carla:
"Você já pensou em procurá-la ?"


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