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Brincadeiras Perigosas
Quando crianças, temos vários hematomas. É engraçado que alguns doem mais, outros nem sentimos. Uns não sabemos nem onde machucamos, batemos, ralamos. Outros lembramos até a dor do momento.
Quando adultos, usando essa mesma idéia, temos várias feridas, deixadas por pessoas, casos, expectativas, experiências, que algumas não são importantes, não nos perseguem, não sabemos nem porque existe aquele ou esse machucado.
Porém, outros são fundos, sangram por várias vezes, doem quando os pensamentos vão lá cutucá-los. Esses o tempo é o remédio. Não há pomada, não há nada que resolva. Somente o tempo.
E lhe digo, é clichê, mas é o melhor remédio. O mais sábio.
Fechou as feridas? Sumiram os hematomas? O que vamos fazer?
Involuntariamente vamos atrás de outras brincadeiras, iguais ou mais perigosas, daquelas que nos machucaram tempos atrás, mas como uma criança levada, não lembramos mais do sofrimento e iniciamos o processo novamente.
Quando adultos, usando essa mesma idéia, temos várias feridas, deixadas por pessoas, casos, expectativas, experiências, que algumas não são importantes, não nos perseguem, não sabemos nem porque existe aquele ou esse machucado.
Porém, outros são fundos, sangram por várias vezes, doem quando os pensamentos vão lá cutucá-los. Esses o tempo é o remédio. Não há pomada, não há nada que resolva. Somente o tempo.
E lhe digo, é clichê, mas é o melhor remédio. O mais sábio.
Fechou as feridas? Sumiram os hematomas? O que vamos fazer?
Involuntariamente vamos atrás de outras brincadeiras, iguais ou mais perigosas, daquelas que nos machucaram tempos atrás, mas como uma criança levada, não lembramos mais do sofrimento e iniciamos o processo novamente.


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